"Ele abriu a porta, ela ascendeu a luz. Ele correu pra cozinha.
- Jenny! - Gritou fazendo um certo tipo de graça e ela respondeu la da sala. - O que é menino chato. - Ele sorrindo gritou de novo Jenny! Jenny!. Ela chegou correndo e sorrindo mordeu o ombro dele, tirou a camisa dele. - Amor, nunca mais me chama de Jenny, ta entendido? - Mas como ele era um cara muito sarcástico - Tudo bem… Jenny.
- Moleque eu te pego. Lucca para se não eu te mordo.
- Morde não. JANNY.
- Pára amor! - Ele não se contentava enquanto ela não saia do sério.
- Jenny, vem. Vem Jenny - Ela chegou pertinho dele, triscando nariz com nariz. Então pensando que ela vai da um beijo, Jenny vai direto no seu pescoço e dá-lhe uma mordida. Lucca fica com a cabeça abaixada exclama: - Corre, mas corre pra bem longe. - Jenny nunca gostava de ficar atrás nas brincadeiras - Pra onde seu sofá… Lucca!
- Me chamou do que?
- Lucca, vem. Vem Lucca. - Ele levanta a cabeça, corre com atrás dela, como se fosse uma armadilha, leva ela pra porta do quarto. - E agora amorzinho? - com uma voz sarcástica Lucca indaga Jenny e ela faz uma carinha que ele nunca resistia. - Amor, para com isso, não é justo você me mordeu.
- Você me chamou de Jenny.
- Só isso!
- O que? - Faz uma cara de má e olha pra ele com as mãos na cintura. - Nada amor, quer entrar? Sabe meu quarto eu e você, só nós que tal? - Ela olha pra ele faz uma cara de desentendida. - “Fum”! Você acha que eu sou qualquer uma?
- Não, você é uma qualquer!
- É o que moleque? - Lucca dispara a rir e ela batendo nele até que Lucca segura a mão dela e com um olhar penetrante, já sem camisa, se aproxima da boca dela e Jenny cai na sedução, quando ela menos espera seu namorado lhe da uma mordida no seu pescoço. - Safado, porquê fez esse sena toda?
- Eu tinha que te distrair.
Jenny pega no botão da calça do seu namorado - Agora que estamos kits, você me chamou pro seu quarto, que tal a gente ir dormir, aliás, temos que acordar cedo amanhã, já são 2:27 da madrugada. - Enquanto ela falava desabotoou a calça dele e iam caminhando pra cama, iam a passos lentos.
Os dois começam a se beijar, ele tira a blusa dela, uma que tinha dado de presente. Ele deitado na cama ela em cima dele, sentada em cima dele, passa a mão no seu peitoral, não tão malhado, vai chegando perto do pescoço dele, vai beijando, mordendo. Lucca se excita, rapidamente inverte a posição com Jenny beijando sua boca, e com uma das mãos tirando o sutiã dela e a outra na sua nuca vai deixando Jenny cada vez mais excitada e com suas unhas grande começa a unhar as costas de Lucca.
Tirando sua mão da nuca e descendo até a virilha de Jenny onde ela se contorceu toda, ele abre o zíper e desce, deixando ela só de calcinha, Lucca olha pra ela, começa a beijar-la, começa pelas coxas, vai tirando a calcinha dela, e continua subindo começa fazer um oral em Jenny.
Jenny não consegue segurar, pega no cabelo dele e puxa, ela já começou a se excitar, todo o senário, o jantar, o passeio pela cidade, tudo isso foi de uma noite perfeita e agora os dois na cama, a noite perfeita pra Jenny, não era só sexo ou só prazer, era amor.
Lucca põe a mão em seus seios e começa a subir mais, nesse ponto os dois já anestesiados pela excitação, beijando a barriga e subindo beijando os seios dela e vai mais uma vez pro pescoço dela. - Amor, minha vez, deita. - Disse Jenny estasiada passa o dedo desde o pescoço até seu pênis, então ela começa a chupa-lo e Lucca não esconde sua excitação. Pede pra deixa chupa-la também, num 69 os dois se excitam bastante.
Lucca abre a gaveta do criado pega uma camisinha, coloca, olha para Jenny, eles trocam olhares, por uma fração de segundos e então ele penetra a garota, e os dois se abraçam, parecendo um só corpo o prazer exalava em toda a casa, gemidos de pura luxuria, e posições diferentes fez daquela noite uma noite inesquecível."
"Era apenas um rapaz de vinte e poucos anos, que vagava pela rua, sem saber o que fazer parou num bar e pediu uma cerveja. Naquele tempo era bom porque parecia que não existia nostalgia.
Depois de algum tempo numa rotina tradicional, onde parecia só mais um na sociedade, ele, o rapaz, ficou irritado, mostrou que sabia fazer, largou o emprego numa empresa, onde ele era auxiliar do chefe. Foi pra rua com seu sax, colocou uma caixa no chão, começou a tocar musicas melódicas, pessoas passavam e deixavam 5, 10, 50 centavos outras deixavam até 10 reais. Num dia ele conseguia ganhar por volta de 120 reais por dias, fora as festas que ele fazia.
Um certo dia um garoto, com uma violino nas costas parou, ficou observando o outro tocar por mais ou menos vinte minutos ou meia hora. Quando ele parou pra lanchar, o garoto de pouco mais de 17 anos parou e se apresentou - Olá, tudo bem? Sou Rickye. - Ele ficou encantado com a belíssima musica. - Você se importa se eu tocar um pouco? - Então ele olhou para o garoto. - Prazer Rickye, me chamo Thomas, mas pode me chamar de Tom, e em questão de tocar, sinto muito, mas é aqui onde eu trabalho, tiro meu sustendo daqui. - Rickye escutou com educação, se inclinou e falou que tinha percebido ele insistiu falando - Quero apenas tocar uma canção, se caso alguém colocar dinheiro aí na sua caxinha é seu, tudo bem? - Tom, ficou sem jeito de falar não, logo que o garoto tinha sido muito simpático. - Tudo bem filho, toque então.
Olhou em volta, viu os carros passando, respirou fundo, abriu sua caixinha e começou, meio desafinado, virou olhando para Tom e sorrindo pediu desculpa, mas depois, ele conseguiu se concentrar e começou tocar As Quatro Estações de Vivaldi. Passaram-se 50 minutos e o garoto tocando, Tom não havia visto a hora passar, Rickye tocou, Primavera, Outono, Inverno e Verão e no ar na canção Rickye para e começa a conversar com Tom.
- Obrigado, acho que não te atrapalhei muito né e se atrapalhei quero te pedir desculpa ta?
- Tudo bem, caramba! Você toca muito bem. - Rickye sem graça agradece, e vai embora.
Tom conta o dinheiro da sua caixinha, R$ 339,35
Então Tom chega perto de mim e diz, hoje você vai entrar comigo na lanchonete e pedir o que você quiser. E eu, bom eu sou apenas um morador de rua que acompanhei Tom desde quando ele começou a tocar aqui na praça."
"Quem sou eu para falar de amor? Se de tanto me entregar nunca fui minha, o amor jamais foi meu, o amor me conheceu, se esfregou na minha vida, e me deixou assim."
Um ano novo com promessas antigas!
Alguns pedem ASKS, outros pedem AVALIAÇÕES. Eu peço dinheiro mesmo.
"- O que minha felicidade significa pra você/
- Minha felicidade!"
Don’t let me down (eu grog)
"Vazio de tudo, tudo vazio
Muito a fazer e nada a ser feito
Já fiz tudo, mas nada deixa de ser tudo.
Apenas um vazio no meio de tudo
Mesmo assim nada tem,
Tudo que tem é nada sem ninguém
O som não é som no vácuo
E o vácuo o que é? É nada!
Do que adianta ter tudo, se de nada adianta
É do nada que o vazio se torna tudo
Mas só pode se ter tudo quando nada se tinha.
E só pode perder quando se tem algo
Tudo, nada, algo, aquilo…
Até que o infinito da imaginação não nos deixe mas pensar."